O Globoplay segue ampliando sua oferta de novelinhas, formato de dramaturgia vertical, ágil e pensado para o consumo no celular, reunindo edições especiais centradas em personagens marcantes das novelas da Globo. Depois de produções como “Bibi” de “A Força do Querer”, “Angel” de “Verdades Secretas” e “Ramiro e Kelvin” de “Terra e Paixão”, a plataforma lançou “Kate” de “Vai na Fé”, produção que reforça o carisma e a força dramática de Clara Moneke, uma das atrizes mais destacadas de sua geração.
Na trama, o público reencontra Kate, personagem que se tornou um verdadeiro fenômeno em “Vai na Fé”, em 2023. Carismática, ambiciosa e cheia de contradições, a jovem acompanha de perto as dificuldades enfrentadas pela mãe, Bruna (Carla Cristina), e promete a si mesma um futuro diferente, longe do subúrbio e à beira-mar. Para realizar esse sonho, Kate não hesita em testar seus próprios limites, protagonizando uma trajetória marcada por escolhas arriscadas, conflitos emocionais e reviravoltas que ajudaram a transformá-la em uma das figuras mais queridas da novela das sete. Para Clara Moneke, ter uma produção dedicada à personagem representa um marco pessoal e profissional. “Ter uma novelinha falando da Kate, minha personagem, para mim é um marco. Sou muito grata e feliz por relembrar essa história tão bonita que continua sendo contada”, afirma a atriz.
Além de revisitar a história da personagem, a novelinha também resgata memórias dos bastidores de “Vai na Fé”, marcada por um elenco afinado e próximo, que contou com nomes como Sheron Menezzes, Mel Maia, Bella Campos, MC Cabelinho, Emílio Dantas, Caio Manhente e José Loreto. Clara destaca o clima de união da equipe e lembra detalhes que a inspiraram fora de cena, como o camarim de Sheron Menezzes, cuidadosamente decorado. “Aquilo me inspirou muito. Em ‘Dona de Mim’, montei meu camarim com objetos que me representassem, como incenso, itens de massagem e quadros esotéricos”, recorda.
Nascida em 16 de dezembro de 1998, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, Clara Onyinyechukwu Mariano Moneke é filha da brasileira Marilene Pereira Mariano e do nigeriano Chiedu Ajelenje Moneke, de etnia ibo. Ainda criança, mudou-se com a família para o bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde passou a infância e a adolescência. O interesse pela atuação surgiu cedo: aos sete anos, já estudava teatro e, ao longo dos anos, também se dedicou a cursos ligados ao universo artístico, como figurino e palhaçaria. Apesar da forte ligação com a arte, em 2017 decidiu ingressar no curso de Hotelaria da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em Seropédica, motivada pelas incertezas da carreira artística.
Em 2020, a morte da mãe, vítima de um AVC, marcou profundamente sua trajetória pessoal e profissional. Nesse período, Clara chegou a se afastar do meio artístico e cogitou abandonar a atuação. A retomada aconteceu de forma inesperada, durante um estágio exigido pela faculdade, quando conheceu o músico Marcelo D2, que a convidou para um teste de elenco. Mesmo relutante no início, decidiu participar, foi aprovada e acabou deixando o emprego formal para seguir o projeto. A partir daí, novos convites surgiram e sua carreira ganhou novo fôlego.
Sua estreia no audiovisual aconteceu em 2022, com uma participação especial na segunda temporada da série “Arcanjo Renegado”, do Globoplay, interpretando Aissa Mwale e atuando em inglês, idioma no qual ainda não tinha fluência. No mesmo período, gravou “Amar É Para os Fortes”, série criada por Marcelo D2 e Antonia Pellegrino, lançada em 2023. No fim de 2022, veio o convite decisivo para integrar o elenco de “Vai na Fé”, novela escrita por Rosane Svartman. A escalação aconteceu poucas semanas antes do início das gravações, e a confirmação do papel chegou por uma mensagem no Instagram da produtora de elenco Patrícia Rache. A repercussão foi imediata, transformando Kate em uma das personagens mais populares da trama e rendendo à atriz indicações a prêmios importantes, como o APCA, o Melhores do Ano e o Prêmio Potências, além de um expressivo crescimento nas redes sociais.
Paralelamente à televisão, Clara Moneke também construiu uma trajetória consistente no cinema. Em 2023, estreou na cinebiografia “Nosso Sonho”, que retrata a história da dupla Claudinho & Buchecha, interpretando Vanessa, viúva do cantor Claudinho. No mesmo ano, participou do drama “Eu Sou Maria” e protagonizou sua primeira produção cinematográfica em “Ritmo de Natal”, comédia natalina em que vive Mileny, uma cantora de funk que se envolve com um violinista clássico, em uma história sobre diferenças sociais, familiares e afetivas. Em 2024, voltou às novelas em “No Rancho Fundo”, de Mário Teixeira, interpretando Caridade, uma jovem moderna, irreverente e de temperamento explosivo.
Em 2025, dois anos após o sucesso de “Vai na Fé”, Clara retornou ao horário das 19 horas para viver sua primeira protagonista em telenovelas. Em “Dona de Mim”, novamente sob texto de Rosane Svartman, interpretou Leona, uma babá batalhadora que trabalha para uma influente família carioca, personagem que marcou uma nova fase de amadurecimento artístico. Ao traçar paralelos entre Kate e Leona, a atriz destaca que ambas representam mulheres e histórias que precisavam ser contadas, refletindo contextos sociais distintos, mas igualmente relevantes.
Criada e escrita por Rosane Svartman, “Kate” de “Vai na Fé” tem direção artística de Paulo Silvestrini, direção geral de Cristiano Marques e direção de Isabella Teixeira, Juh Almeida, Augusto Lana e Matheus Senra. Os sete primeiros capítulos estarão disponíveis gratuitamente para todos os usuários logados no Globoplay. Os demais episódios poderão ser assistidos exclusivamente por assinantes da plataforma, apenas pelo aplicativo para celular, reforçando a proposta do formato vertical. Com mais esse projeto, Clara Moneke consolida sua posição como um dos nomes mais fortes e promissores da dramaturgia brasileira atual, transitando com naturalidade entre televisão, cinema e personagens que dialogam diretamente com o público e com o Brasil contemporâneo.


